"Blessed in Chthonic Salvation"
Demo · 2008
Rotting hymns dredged from the soil. Death metal in its oldest, foulest and most brutal form.
New EP “Where Being Ends, I Begin” — Out Now
The Band
Laconist was founded in 2007 by A. Neil, with the aim of honoring influential acts such as Angelcorpse, Centvrian and Hate Eternal. In its early years, the band released two full-length albums, alongside one demo and one EP.
In 2016, Laconist entered a ten-year hiatus that has now come to an end. The band returns with a renewed lineup where A. Neil remains the only original member. He is joined by Zé Misanthrope, who helps redefine and give new meaning to our legacy within the Brutal Death Metal scene. To ensure this comeback carries the strength and impact our name deserves, we have enlisted Felipe Veiga as a session drummer to record all drum parts.
Our new EP titled Where Being Ends, I Begin was recorded between October 2025 and April 2026. It was mixed by Zé Misanthrope and mastered by Cássio Zambotto. Featuring three brutal and unrelenting tracks, the EP was released on July 17th, 2026 and is now available across all digital platforms. It also includes a special guest vocal appearance by Kyle Ball (Lysergic, ex Wake, ex Kataplexis) on the track Vermiforming.
We are currently working on our next full-length album and are actively seeking labels interested in its release.

Recordings
Demo · 2008
EP · 2009
Compilation · 2011
Full-length · 2011
Full-length · 2016
Single · 2026
This single features a very special guest appearance by Canadian vocalist Kyle Ball (Lysergic, ex-Kataplexis, ex-Wake) on the track “Vermiforming”.
EP · 2026
After a 10-year hiatus we are back to honor the lords of pestilence. Totally revamped line-up, same essence. Back to the original goal when the band forged 19 years ago.

Hear It
Bandcamp
Our new EP Where Being Ends, I Begin is out now on all platforms. Feat Kyle Ball on “Vermiforming”.

What They're Saying
Press
"Mais do que um simples comeback, 'Vermiforming' simboliza o início de um novo capítulo para uma das promessas do metal extremo brasileiro."
— Brasil Headbanger
A banda brasileira Laconist, de Hortolândia (SP), está oficialmente de volta. Após cerca de dez anos de inatividade, o grupo lançou o single "Vermiforming", que marca o início de uma nova fase na carreira e antecipa o EP Where Being Ends, I Begin, previsto para 17 de julho de 2026.
Disponível nas principais plataformas de streaming, a faixa chega acompanhada de um visualizer que reforça a atmosfera obscura e opressiva proposta pela banda. Musicalmente, "Vermiforming" combina brutal death metal, riffs densos, mudanças de andamento e uma produção moderna, preservando a agressividade que consolidou a identidade do grupo desde sua formação.
Um dos destaques do lançamento é a participação especial do vocalista canadense Kyle Ball, conhecido por seu trabalho nas bandas Lysergic, Kataplexis e Wake. Sua colaboração acrescenta ainda mais intensidade à faixa e amplia o alcance internacional do projeto.
Fundada em 2007, a Laconist ganhou reconhecimento na cena underground brasileira ao unir brutalidade técnica, atmosferas sombrias e letras inspiradas em temas existenciais, filosóficos e no horror cósmico. Mesmo após um longo hiato, a banda retorna mantendo essas características, agora com composições mais maduras e uma produção significativamente mais refinada.
A identidade visual de "Vermiforming" também merece destaque. Inspirada no horror cósmico e em cenários de decadência, a arte do single utiliza tons escuros e alaranjados para representar destruição, transformação e isolamento — conceitos que dialogam diretamente com a proposta lírica da música e do futuro EP.
Com o lançamento de Where Being Ends, I Begin, a expectativa é de que a Laconist anuncie novos shows e consolide seu retorno ao cenário do metal extremo, mirando também uma expansão para o público internacional. Mais do que um simples comeback, "Vermiforming" simboliza o início de um novo capítulo para uma das promessas do metal extremo brasileiro.
"É um EP curto, brutal e objetivo, daqueles que terminam antes que o ouvido consiga se acostumar com a pancada, e talvez esteja justamente aí seu maior acerto."
— Cangaço Rock
A Laconist retorna após uma década de silêncio com um EP que funciona menos como uma simples retomada e mais como uma reafirmação de propósito. Formada em Hortolândia (SP), em 2007, por A. Neil, a banda construiu sua trajetória dentro do Brutal Death Metal, lançando dois álbuns, uma demo e um EP antes de interromper as atividades em 2016. Dez anos depois, Where Being Ends, I Begin recoloca o nome da banda em circulação com A. Neil como único integrante original, agora acompanhado por Zé Misanthrope nos vocais e Felipe Veiga na bateria de sessão. O resultado são apenas três faixas, totalizando pouco mais de dez minutos, mas suficientes para deixar claro que o hiato não apagou a identidade construída desde os primeiros anos. A própria banda aponta como parte de suas raízes nomes como Angelcorpse, Centurian e Hate Eternal, enquanto sua trajetória também dialoga com uma tradição mais ampla do death metal extremo brasileiro.
Abrindo os trabalhos, "Acerbus" já entra sem qualquer cerimônia, sustentada por guitarras graves, riffs compactos e uma bateria que alterna velocidade e peso com precisão. A faixa apresenta uma construção bastante direta, mas não simplista: os riffs vão se encaixando em mudanças de andamento que criam pequenas quebras dentro da avalanche sonora, permitindo que a música respire antes de voltar a esmagar. A guitarra de A. Neil é o eixo de todo o EP, trabalhando com aquela combinação de peso, ataque e precisão que caracteriza o Brutal Death Metal quando a composição está acima da mera demonstração de velocidade. Zé Misanthrope, por sua vez, assume os vocais com uma interpretação áspera e profunda, mantendo a voz integrada ao instrumental em vez de simplesmente pairar sobre ele. Em "Vermiforming", essa proposta ganha ainda mais força: a faixa é curta, agressiva e bastante dinâmica, com mudanças de ritmo que fazem o instrumental parecer constantemente prestes a desabar sobre o ouvinte. A participação de Kyle Ball, vocalista canadense conhecido por seus trabalhos em Lysergic e anteriormente em Wake e Kataplexis, acrescenta uma segunda textura à brutalidade vocal, funcionando como elemento de reforço e não como mero chamariz.
Se "Acerbus" estabelece o terreno e "Vermiforming" concentra boa parte da violência imediata do lançamento, "Nullfruition" fecha o EP mantendo a mesma disposição para riffs secos, ataques rápidos e passagens de maior densidade. É uma composição que ajuda a perceber que a proposta da Laconist não está baseada apenas na velocidade, mas na maneira como guitarras, baixo implícito na massa instrumental e bateria trabalham juntos para produzir impacto. Felipe Veiga merece atenção justamente por não transformar a bateria em uma sucessão indistinta de blast beats: há precisão nos ataques, variações suficientes para marcar as transições e uma condução que dá às guitarras espaço para desenvolverem seus motivos. O baixo não aparece como protagonista isolado, mas participa da espessura geral da gravação, enquanto os vocais permanecem posicionados de maneira a preservar a agressividade sem esconder completamente o trabalho instrumental. O EP, portanto, funciona como uma peça curta e coesa, sem faixas sobrando ou momentos inseridos apenas para preencher duração. Cada composição cumpre uma função dentro do conjunto e, quando "Nullfruition" chega ao fim, fica a sensação de que a Laconist preferiu deixar um gosto de quero mais a prolongar artificialmente o retorno.
Outro ponto que merece destaque está justamente na produção. Gravado entre outubro de 2025 e abril de 2026, Where Being Ends, I Begin recebeu mixagem do próprio Zé Misanthrope no Less Than Zero Studios and Waterpark, enquanto a masterização ficou sob responsabilidade de Cássio Zambotto. A gravação possui força suficiente para transmitir o peso das guitarras e da bateria, mas sem transformar tudo em uma parede sonora completamente indistinta. A produção moderna ajuda principalmente nas passagens mais rápidas, nas quais seria fácil perder definição, e mantém os vocais suficientemente presentes dentro da massa instrumental. A arte de Blasphemator Art acompanha essa proposta visual mais sombria e extrema, completando um lançamento que, mesmo independente, demonstra cuidado com cada etapa de sua construção. Sem gravadora atualmente, a Laconist disponibilizou o EP de forma independente em 17 de julho de 2026 e já trabalha na composição de um novo álbum completo, enquanto procura uma parceria para uma futura edição física. É uma postura bastante coerente com o próprio espírito underground: fazer o disco acontecer primeiro e deixar que sua força encontre o caminho até os selos interessados.
No fim das contas, Where Being Ends, I Begin é um retorno que não precisa de discursos grandiosos para provar sua validade. A Laconist volta dez anos depois carregando a experiência de quem já percorreu um trecho considerável do underground, mas sem tentar transformar o passado em peça de museu. "Acerbus", "Vermiforming" e "Nullfruition" são três golpes rápidos, pesados e cuidadosamente amarrados, nos quais a banda recupera sua essência enquanto abre espaço para uma formação renovada. A presença de A. Neil preserva o elo histórico com a Laconist original, enquanto Zé Misanthrope acrescenta uma personalidade vocal que combina naturalmente com a proposta, e Felipe Veiga entrega a força necessária para que essas novas composições ganhem vida. É um EP curto, brutal e objetivo, daqueles que terminam antes que o ouvido consiga se acostumar com a pancada, e talvez esteja justamente aí seu maior acerto. Where Being Ends, I Begin não tenta reconstruir uma década perdida; ele simplesmente abre a porta para uma nova fase. E, pelo que estas três faixas deixam ouvir, essa história ainda está longe de terminar.
"The closing moments sound like massed air-raid sirens, or a gale of cinders."
— No Clean Singing
No Clean Singing covered Where Being Ends, I Begin in its round-up of returning bands, noting that Laconist come back from a decade-long hiatus with founder A. Neil as the sole remaining original member, joined by vocalist Zé Misanthrope and drummer Felipe Veiga.
Track by track, the review describes "Acerbus" as slow-burning misery driven by hammering drums before the riffing contorts into dissonance; "Vermiforming" as the more immediately crazed of the three, with duelling vocals — including guest vocals by Kyle Ball — giving way at the midpoint to a "beautifully tragic" lead melody; and "Nullfruition" as the most unhinged, its violence broken by a "brilliantly swirling guitar solo backed by militarized beats."
